Neste livro, a escritora e psicanalista Betty Milan focaliza a forma revolucionária de Jacques Lacan trabalhar ―que subverteu a psicanálise, devolvendo a ela a virulência de seus primórdios ― e oferece um testemunho íntimo e raro da análise que fez com o Doutor, entre os anos de 1973 e 1978.
Em seu relato, ela nos conta sua saga de analisanda, do início ao fim do processo: a partida para a França, o primeiro encontro no número 5 da Rue de Lille, até o aval para retornar ao Brasil e recomeçar a vida. Na singular travessia analítica de Lacan ainda, o leitor é levado a frequentar uma temporalidade inédita que condensa vivência e fantasia, infância e idade adulta ― da megalópole paulista e do “ar de Paris” à aldeia libanesa e ao carnaval carioca.
Exercendo plenamente seu famoso diktat de que a psicanálise deve ser reinventada por cada analista, somos surpreendidos pelo extremo tato de Lacan ao conduzir suas sessões com intervenções minimalistas, que preenchem silêncios e sustentam perguntas.
Lacan ainda: testemunho de uma análise
Neste livro, a escritora e psicanalista Betty Milan focaliza a forma revolucionária de Jacques Lacan trabalhar ―que subverteu a psicanálise, devolvendo a ela a virulência de seus primórdios ― e oferece um testemunho íntimo e raro da análise que fez com o Doutor, entre os anos de 1973 e 1978.
Tayara B. Tomio
Publicado em 22/08/2021

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Diálogos Sobre a Clínica Psicanalítica
Conversando com um jovem colega sobre transferência, escuta analítica, pensamento clínico, trauma e simbolização, soimento neurótico e soimento narcísico, Marion Minerbo oferece uma visão ao mesmo tempo acessível e profunda sobre noções que, desde Freud, vêm ocupando analistas e pacientes em busca de transformações de sua miséria neurótica, como diria nosso fundador.
O sujeito lacaniano: entre a linguagem e o gozo
Insurgindo-se contra a rigidez dos pensamentos pós-estruturalistas, que anunciam a "morte do sujeito", o autor explora o significado do "tornar-se sujeito", desvelando noções centrais como: o Outro, objeto a, inconsciente estruturado como linguagem, alienação e separação, metáfora paterna e diferença sexual.