Escutei essa frase estes dias na clínica, e sem dúvida já escutei muitas vezes em diferentes versões.
Me fez lembrar de uma fala em um grupo de estudo em que o participante contava a seguinte história: a mãe amamentava o filho recém nascido enquanto o mais velho, de 3 anos, apenas observava. Em determinado momento o filho mais velho diz a mãe que também quer mamar. Ela explica que ele já mamou quando era neném e que agora é a vez do irmão. Nisso ele contesta “Mas eu não sabia!!”. É o nosso famoso não saber/sabido, onde eu passo a desejar quando vejo que não tenho mais.
Agora que eu perdi, parece que quero mais
Escutei essa frase estes dias na clínica, e sem dúvida já escutei muitas vezes em diferentes versões.
Tayara B. Tomio
Publicado em 14/10/2020
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Sobre o setembro amarelo
Eu gosto muito do ditado que diz “de boas intenções o inferno está cheio”. O que eu entendo dele é que aquele que pratica um ato x ou y realmente achou que seria bacana, entretanto fica o questionamento sobre o que é bom para cada um.
Sobre a banalidade do mal
A banalidade do mal tem a ver com a paixão pela instrumentalidade. O mal se torna banal quando as condições de pensamento se esvaziam e as pessoas deixam de se comprometer com sua capacidade de julgamento, e o sujeito pode perder “alegremente” no meio da massa o seu compromisso ético. O sentimento de pertencimento ao coletivo é o sentimento de não ter que se responsabilizar pelo próprios atos, e surge então a paixão de se dissolver completamente.