Por que nos apegamos a resoluções de ano novo? Qual a diferença entre estabelecer uma meta no dia 01 ou no dia 12? Todo início de ano novo prometemos as mais diversas tarefas: melhorar alimentação, estudar mais, fazer exercício, ser mais isso ou aquilo.
Alguns dias passam e as metas começam a deslizar por nossos dedos. Aí somos tomados por aquela sensação: deixa-pra-la-nunca-dou-conta-de-nada. Ou seja, saímos de uma meta que queríamos cumprir 100% para o 0%.
O ponto é que entre 0 e 100 existem 99 possibilidades, mas parece que só nos servem os extremos. Para a maioria das coisas que desejamos fazer precisamos entender que existe uma constância e principalmente muita tentativa e erro.
Será que conseguimos lidar com as falhas, com o desânimo? Nossos desejos estão ligados a uma data no calendário ou a algo muito mais íntimo e desafiador?
Sobre as promessas para o ano novo
Por que nos apegamos a resoluções de ano novo? Qual a diferença entre estabelecer uma meta no dia 01 ou no dia 12? Todo início de ano novo prometemos as mais diversas tarefas: melhorar alimentação, estudar mais, fazer exercício, ser mais isso ou aquilo.
Tayara B. Tomio
Publicado em 04/01/2021
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Sobre a montagem perversa
Em 1963, Hannah Arendt publicou a obra Eichmann em Jerusalém: um relato sobre a banalidade do mal. O que ela pretendia que fosse uma mera exposição do julgamento do nazista Adolf K. Eichmann em Jerusalém, converteu-se em uma imensa controvérsia política e moral, a qual acabou por definir a produção filosófica da autora até sua morte, em 1975.
Publicado em 26/07/2021