Por que nos apegamos a resoluções de ano novo? Qual a diferença entre estabelecer uma meta no dia 01 ou no dia 12? Todo início de ano novo prometemos as mais diversas tarefas: melhorar alimentação, estudar mais, fazer exercício, ser mais isso ou aquilo.
Alguns dias passam e as metas começam a deslizar por nossos dedos. Aí somos tomados por aquela sensação: deixa-pra-la-nunca-dou-conta-de-nada. Ou seja, saímos de uma meta que queríamos cumprir 100% para o 0%.
O ponto é que entre 0 e 100 existem 99 possibilidades, mas parece que só nos servem os extremos. Para a maioria das coisas que desejamos fazer precisamos entender que existe uma constância e principalmente muita tentativa e erro.
Será que conseguimos lidar com as falhas, com o desânimo? Nossos desejos estão ligados a uma data no calendário ou a algo muito mais íntimo e desafiador?
Sobre as promessas para o ano novo
Por que nos apegamos a resoluções de ano novo? Qual a diferença entre estabelecer uma meta no dia 01 ou no dia 12? Todo início de ano novo prometemos as mais diversas tarefas: melhorar alimentação, estudar mais, fazer exercício, ser mais isso ou aquilo.
Tayara B. Tomio
Publicado em 04/01/2021
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Agora que eu perdi, parece que quero mais
Escutei essa frase estes dias na clínica, e sem dúvida já escutei muitas vezes em diferentes versões.
Sobre a banalidade do mal
A banalidade do mal tem a ver com a paixão pela instrumentalidade. O mal se torna banal quando as condições de pensamento se esvaziam e as pessoas deixam de se comprometer com sua capacidade de julgamento, e o sujeito pode perder “alegremente” no meio da massa o seu compromisso ético. O sentimento de pertencimento ao coletivo é o sentimento de não ter que se responsabilizar pelo próprios atos, e surge então a paixão de se dissolver completamente.