Cotidiano

Sobre as promessas para o ano novo

Por que nos apegamos a resoluções de ano novo? Qual a diferença entre estabelecer uma meta no dia 01 ou no dia 12? Todo início de ano novo prometemos as mais diversas tarefas: melhorar alimentação, estudar mais, fazer exercício, ser mais isso ou aquilo.

Tayara B. Tomio Publicado em 04/01/2021

Por que nos apegamos a resoluções de ano novo? Qual a diferença entre estabelecer uma meta no dia 01 ou no dia 12? Todo início de ano novo prometemos as mais diversas tarefas: melhorar alimentação, estudar mais, fazer exercício, ser mais isso ou aquilo.

Alguns dias passam e as metas começam a deslizar por nossos dedos. Aí somos tomados por aquela sensação: deixa-pra-la-nunca-dou-conta-de-nada. Ou seja, saímos de uma meta que queríamos cumprir 100% para o 0%.

O ponto é que entre 0 e 100 existem 99 possibilidades, mas parece que só nos servem os extremos. Para a maioria das coisas que desejamos fazer precisamos entender que existe uma constância e principalmente muita tentativa e erro.

Será que conseguimos lidar com as falhas, com o desânimo? Nossos desejos estão ligados a uma data no calendário ou a algo muito mais íntimo e desafiador?

Vamos participar dos Grupos de Estudos?
A ideia é oferecer um espaço de troca e produção de saber para iniciantes na prática clínica psicanalítica.

CONHEÇA OS GRUPOS DE ESTUDOS

VER GRUPOS DISPONÍVEIS
Veja mais

Sobre as regras que a gente cria

Esses dias eu vi um post por aqui que me fez pensar algumas coisas. Estavam tirando sarro da geração dos anos 90 que nunca usou os adesivos que vinham no caderno. Admito que era dessa turma: ficava aguardando o momento certo, a página especial ... no fim nunca chegou e por esses dias vi cadernos antigos com adesivos intactos.

Publicado em 23/08/2020

Sobre a montagem perversa

Em 1963, Hannah Arendt publicou a obra Eichmann em Jerusalém: um relato sobre a banalidade do mal. O que ela pretendia que fosse uma mera exposição do julgamento do nazista Adolf K. Eichmann em Jerusalém, converteu-se em uma imensa controvérsia política e moral, a qual acabou por definir a produção filosófica da autora até sua morte, em 1975.

Publicado em 26/07/2021