Cotidiano

Sobre saber não saber

Quando pensamos em psicanálise uma das coisas que vem a cabeça é sobre o não saber. Aqui eu sempre associo com algumas coisas: sujeito suposto saber, sobre lidar com o não todo saber e principalmente que é preciso saber não saber.

Tayara B. Tomio Publicado em 22/10/2020

Quando pensamos em psicanálise uma das coisas que vem a cabeça é sobre o não saber. Aqui eu sempre associo com algumas coisas: sujeito suposto saber, sobre lidar com o não todo saber e principalmente que é preciso saber não saber.

Porque a primeira vista pode parecer simples “não sei e pronto”. Mas o saber não saber para a psicanálise não deve impedir que exista um movimento em buscar mais!

O que quero dizer é que não estamos falando de um não saber que funciona como defesa ou de um jeito cínico. É sobre suportar não saber, o que não significa paralisar.

As vezes estou estudando a teoria e penso: “jamais vou dar conta de tudo isso”. Realmente!! Mas mesmo sabendo disso eu consigo continuar? Mesmo suportando que sempre algo irá escapar, eu consigo continuar? A análise também tem me levado por esses caminhos: suportar o não saber.

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Pois é ... e não vem mesmo. Por isso que cada mulher precisa criar seu próprio jeito de ser mãe.

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Sobre o nosso aprendizado

Por esses dias estava lendo um texto para um grupo de estudo que participo. Estamos discutindo a constituição psíquica e o texto era sobre real, simbólico e imaginário. Esse material é resultado de um seminário que aconteceu em minha cidade há mais de um ano e do qual eu participei. Foram quatro dias de muito aprendizado, mas também recordo que conforme o palestrante avançava, para mim, ficava difícil acompanhar.

Publicado em 12/08/2020