“Nossa, mas você não está fazendo terapia? Parece que agora está pior.” Já ouviram essa frase de familiares e amigos? Talvez ela soe como um clichê, mas quero usá-la para exemplificar meu ponto.
O que será que piora diante do olhar de pessoas próximas? As nossas atitudes, comportamentos e pensamentos mudam porque em análise temos a chance de abrir mão dos nossos sintomas. Esses sintomas que não só nos são familiares, como são velhos conhecidos de quem está ao nosso redor. Aí o estranhamento!
E como algumas de nossas relações são belos encontros de sintomas, quando um deles muda, como ficará o outro? Apesar de não atender crianças, sei que isso é muito comum no atendimento infantil. Primeiro os pais procuram ajuda porque a criança está assim ou assado, depois reclamam que a criança mudou.
E aí? Já te falaram que você piorou depois que começou a fazer análise?
Você não faz terapia? Parece que está pior ...
“Nossa, mas você não está fazendo terapia? Parece que agora está pior.” Já ouviram essa frase de familiares e amigos? Talvez ela soe como um clichê, mas quero usá-la para exemplificar meu ponto.
Tayara B. Tomio
Publicado em 20/07/2020
Compartilhe
Vamos participar dos Grupos de Estudos?
A ideia é oferecer um espaço de troca e produção de saber para iniciantes na prática clínica psicanalítica.CONHEÇA OS GRUPOS DE ESTUDOS
VER GRUPOS DISPONÍVEISVeja mais
Minha mãe dizia que eu não vim com manual
Pois é ... e não vem mesmo. Por isso que cada mulher precisa criar seu próprio jeito de ser mãe.
Publicado em 11/09/2020
Sobre o tal equilíbrio emocional
Por inúmeras vezes buscamos o tal do equilíbrio anestésico, onde não queremos sentir nada, não nos permitimos sentir nada. Mas será que é um problema mesmo?
Publicado em 09/07/2020